Se você tá ligado em Educação, em tecnologia e gosta de se comunicar, então aqui está uma grande oportunidade para trocas e amizades!
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Momento Poético
Eterna visão em solo brasileiro,
Monumentos cresceram,
Vias aceleraram os anos,
Idas e vindas, lugar sem igual.
Observo a alegria dos pássaros,
Além do lago Paranaguá,
Terra distante, perto do centro,
Congresso e Palácio,
Embaixadas, O Sino da Cadastral.
O discurso imortal, palavras ecoam,
no mundo surreal.
Esperanças emanadas,
És tu gloriosa,
Chamada de capital.
Autor : Waldomiro Eduardo de Lima Alves, 10/2010.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
DOS 796 MILHÕES DE ANALFABETOS NO MUNDO, DOIS TERÇOS SÃO MULHERES, DIZ UNESCO
Das 796 milhões de pessoas apontadas como analfabetas no mundo, dois terços (cerca de 530 milhões) são mulheres.
Os dados são da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco).
Pelos estudos, os analfabetos também são os mais atingidos por problemas causados pela fome e por crises econômicas.
No Brasil, a taxa de analfabetismo caiu 1,8 ponto percentual nos últimos cinco anos e registrou 9,7% em 2009. Na Região Nordeste, reconhecida historicamente por ter o maior número de iletrados do país, a taxa caiu de 22,4% (2004) para 18,7% (2009).
A informação foi divulgada hoje (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que contabilizou 14,1 milhões de pessoas que não sabiam ler ou escrever em 2009.
A pesquisa mostrou ainda que houve um aumento do nível de escolaridade no Brasil em todas as regiões do país.
Os indicadores mostraram que a proporção de crianças de 6 a 14 anos que frequentava a escola foi maior do que 96%. Entre a população com 10 anos ou mais, o tempo de estudo médio chegou a 7,2 anos.
Esse tempo representa um aumento de 0,6 ano na média registrada em 2004.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
O que mudou em 16 anos
Neste conceito devem incluir-se crianças com deficiências ou superdotadas, crianças de rua ou crianças que trabalham, crianças de populações imigradas ou nômades, crianças de minorias lingüísticas, étnicas ou culturais e crianças de áreas ou grupos desfavorecidos ou marginais”
Declaração de Salamanca, UNESCO, 1994
No Brasil, mais de 4,1 milhões de crianças e jovens em idade escolar (de 4 a 17 anos) estão fora das salas de aula. A informação é da secretária da Educação Básica do MEC (Ministério da Educação), Maria do Pilar Lacerda, baseada na Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio), realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Deste total, 3,5 milhões têm 4 ou 5 anos ou já são adolescentes com 15 a 17 anos. A inclusão destas duas faixas etárias no sistema de ensino passou a ser obrigatória somente a partir do ano passado, com a aprovação da Emenda Constitucional 59 – que também determinou o fim gradual da DRU (Desvinculação das Receitas da União). Os Estados e municípios têm prazo até 2016 para fazer a inclusão destes potenciais alunos no sistema de ensino.
De acordo com Pilar, outros 680 mil jovens, com 7 a 14 anos, também não frequentam as salas de aula. “Eles são 2% das crianças nessa faixa etária, que o governo faz busca ativa para incluir”, afirma. Esta faixa etária, no entanto, já deveria estar integralmente incluída nos colégios de todo o país.
A secretaria explica que estes 680 mil não matriculados são, em sua maioria, pessoas com deficiências, jovens do campo ou de populações ribeirinhas, com dificuldades de acesso à rede.
Cerca de 100 milhões de crianças, em todo o mundo, não estão escolarizadas, segundo os dados de um relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). A África se destaca, entretanto, como tendo quase a metade do total mundial das crianças fora da escola, ou seja, 45 milhões.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
A importância da Tecnologia na Educação

domingo, 11 de julho de 2010
Nivel Superior para Educação básica
O Senado aprovou nesta quarta-feira projeto de lei que torna obrigatório o diploma de nível superior para professores da educação básica --que inclui a educação infantil e o ensino fundamental.
Atualmente, a exigência ocorre apenas para docentes do ensino médio.
O projeto estabelece que os professores que têm licenciatura em magistério, sem curso superior, poderão ministrar aulas somente na educação infantil (creches e pré-escolas) e nas cinco primeiras séries do ensino fundamental. Os professores com formação em magistério vão ter o prazo de seis anos para graduarem-se no nível superior.
Do contrário, eles ficarão inabilitados para prosseguir no exercício do magistério no ensino fundamental.
O texto segue para nova votação na Câmara já que o texto aprovado pelos deputados sofreu mudanças durante sua tramitação no Senado.
DA FOLHA ONLINE
GABRIELA GUERREIRO
terça-feira, 6 de julho de 2010

CONHECENDO A ÁFRICA NUM CLICK
Que tal pensar num projeto interdisciplinar que busque a informática como parceira de busca e investigação, ampliando os conceitos de seus alunos sobre o continente africano em uma exploração virtual?
O recurso da informática deve ser utilizado sempre. É uma ferramenta que as crianças apreciam, e pode ter como finalidade o entretenimento de cunho pedagógico, sem precisar desvinculá-lo dos conhecimentos escolares previstos pela escola.
Como estamos em um clima de Copa do Mundo, nada melhor do que planejarmos atividades virtuais que envolvam a garotada. Então vamos lá, a bola já está rolando.
- Criação de um Blog apresentando a cultura dos países que estão participando da Copa.
- Conhecer a cartografia dos diferentes países participantes, através de Mapas Virtuais.
- Aposta virtual no Placar de jogos das seleções.
- Apresentação (PowerPoint) de bandeiras das seleções participantes.
- Vídeos contando a história da Copa do Mundo.
- Participação no jogo Mundial de Quis, com curiosidades de todas as edições de Copas do Mundo.
Um jovem de origem hispânica tem um grande talento para o futebol, mas vivendo em Los Angeles não tem muitas oportunidades. Surge um convite para treinar na Inglaterra, no Newcastle United, time da primeira divisão e seu sonho começa a se realizar.

Um grupo de ex-jogadores de futebol se reúne quase todas as tardes, para falar dos casos acontecidos nos seus tempos de atletas. Suas lembranças viram contos que vão dos hilários aos comoventes.
África é um continente rico com um reservatório de recursos
, mas o maior trunfo do continente, de longe é o calor, a simpatia, humildade e humanidade de seu povo. Esta foi a inspiração para o slogan oficial da 2010 FIFA World Cup:O slogan foi lançado pelo Presidente da 2010 FIFA World Cup Comitê Organizador da África do Sul, Irvin Khoza, em 25 de Novembro, durante a transmissão mundial do Sorteio d
e TV preliminares em Durban, que contou com a presença do Presidente"KeNako" significa simplesmente "é hora". E na verdade é tempo de África tem vindo a utilizar o 2010 FIFA World Cup para mudar a percepção da África e reposicionar o continente em uma luz positiva com a África do Sul como no teatro e na África do palco.
email:patikunrath@gmail.com
domingo, 4 de julho de 2010
O Gingado que vem da África
Todos os acontecimentos da vida africana são comemorados com dança, nascimento, morte, plantio ou colheita; ela é aparte mais importante das festas realizadas para agradecer aos deuses, uma colheita farta.
As danças africanas variam muito de região para região, mas a maioria delas tem certas características em comum. Os participantes geralmente dançam em filas ou em círculos, raramente dançam a sós ou em pares. Elas chegam a apresentar algumas vezes até seis ritmos ao mesmo tempo e seus dançarinos podem usar máscaras ou enfeitar-se.
Atividades do Blog
Durante o evento na África do Sul estaremos disponibilizando as Atividades Copa do Mundo 2010 Educação Infantil, muitas das imagens foram trabalhadas em editor de imagens, pois, o processo de digitalização ou até mesmo o de compactação distorce as imagens tornando-as fora de foco e muitas vezes sem condições de serem utilizadas. Os arquivos foram compactados de forma que fique fácil para baixar e também para trabalhar as imagens.Para baixar apenas algumas imagens, e não o arquivo completo faça o seguinte:
clique sobre a imagem que deseja, na nova página que abrirá; clique novamente sobre a imagem, com o scroll do mouse (a rodinha) e ela abrirá em uma nova janela. Feito isso, aumente ao máximo, clique com o botão direito novamente, vá até salvar imagem e pronto, sua imagem foi salva.
Uma dica: rodinha do mouse chamada de scroll, além de rolar a tela para cima e para baixo, tem outra finalidade. Se você clicar com ela sobre um link ou uma imagem, ela abrirá em uma nova janela automaticamente.
Aproveite a Copa do Mundo e crie seu Blog onde outros podem acessar informações referentes às danças africanas.
Futebol da Paz
Acesse os links abaixo e descubra porque a Copa do Mundo de 2010 na África do Sul é a Festa da Paz
Oh Africa FIFA 2010 Official song
Akon ft. Keri Hilson - Oh africa - Tema Copa do mundo
Edição e Diagramação: Marcia Almeida
Fotografia: Marcia Almeida
E-mail: marcia.silveira_almeida@yahoo.com.br
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A importância do computador para conhecimento da África
A África não pode mais ser vista como um continente absolutamente miserável. Ao lado de muitos países atrasados economicamente, alguns se destacam: Angola, Nigéria, Guiné Equatorial, Chade, Camarões, República Democrática do Congo e Congo. Exportadores de petróleo e minérios, eles fizeram com que, desde os anos 2000, o Produto Interno Bruto (PIB) africano registrasse um crescimento anual médio de 5%. A importância do continente é estratégica. Além de possuir um terço do urânio mundial, metade do ouro, dois terços dos diamantes e 10% das reservas estimadas de petróleo, ele tem uma localização privilegiada com acesso aos oceanos Atlântico e Índico.
A mudança de patamar das nações que sobressaem se deve, sobretudo, às recentes relações comerciais estabelecidas com os países mais ricos. Até os anos 1960, muitas nações africanas ainda eram colônias e tinham uma economia baseada em transações comerciais internacionais, na maioria das vezes desfavoráveis. Com os movimentos de independência, elas se tornaram protagonistas de seus próprios processos políticos e econômicos e passaram a negociar suas riquezas em condições mais vantajosas. Assim, foi possível, por exemplo, desenvolver tecnologias para a extração de minérios e petróleo por meio de parcerias com investimentos externos ou de empréstimos tomados de organismos internacionais.
Eleger e estudar os conteúdos que serão apresentados ou aprofundados na sala de informática são essenciais para que a aula seja objetiva e produtiva. É interessante notar que existem muitos softwares que podem ser utilizados em sala de aula, cabendo ao professor escolher qual deles mais se adéqua ao objetivo proposto. O professor deve planejar bem sua aula para que não haja dispersão por parte dos alunos, o uso de vídeos e programa educativos são bem vindos, assim como o uso de blogs e slides para apresentação de idéias e conteúdos criados pelos alunos. É crucial que o professor conheça todas as ferramentas que pode utilizar quando se está trabalhando com o computador para que todo seu conhecimento possa ser transferido para o aluno de uma forma simples, direta e didática.
Mascote usada para copa da áfrica com filmes representados por ele, relacionar uma atividade com a economia da África, explorando a geografia como os oceanos que cercam ela. Explorar os animais que existem na África.
Especial da África: muito mais que o hino dos bafanas.
Trabalhar com as crianças as diferentes culturas, como hinos de diferentes países. E músicas locais e danças do povo da África.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Debate sobre TI na educação em Porto Alegre
Iniciativa conjunta entre a Secretaria da Educação e a Procergs, o evento acontece das 8h às 18h15, no teatro do Bourbon Country (Avenida Túlio de Rose, 80), em Porto Alegre.
Além de palestras e painéis, a programação inclui a a assinatura de convênio para criação de bolsa auxílio aos participantes do Programa Jovem Digital e a entrega de certificados aos tutores que estão se formando nesta iniciativa.
Temas como o “Impacto da Tecnologia na Educação”, “Educação Digital” e “Aprendizagem, Empregabilidade e Cidadania” serão objeto de discussão e debate em três painéis, dos quais irão participar representantes do Instituto Ayrton Senna, Fundação Bradesco, Comitê para Democratização da Informática-CDI, Fundação Pensamento Digital, entidades e empresas de TI como a Microsoft, Intel Brasil, Cisco Systems e outras representações associativas.
Dentre os palestrantes convidados estão Carlos Seabra, coordenador editorial da TV Cultura, Cinthya Game, diretora operacional do Comitê para a Democratização da Informática - CDI, Nivaldo Marcusso, superintendente executivo e Cio da Fundação Bradesco e Adriana Martinelli de Carvalho, coordenadora de educação e tecnologia do Instituto Ayrton Senna.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Grupo Revivendo a Vida
Aprendo muito escutando quem tem uma maior vivência ou experiência de vida. Falo dos nossos idosos, nossos pais, tios, amigos, qualquer um que já tenha vivido situações em outras épocas, mas que com certeza farão parte de nossas futuras experiências. Para estes, precisamos olhar de uma forma especial, singela e de reconhecimento da sua importância para a educação e a sociedade em geral. Precisamos ser mais solidários com aqueles que buscam dar seu testemunho de maturidade e lição de vida. Também, encontrar formas para propiciar espaços ampliados de participação deste grupo na cidade e no mundo.
Estou tendo uma rica experiência junto ao Grupo Revivendo a Vida. É maravilhoso, pois em apenas alguns encontros junto a eles vi coisas bonitas e noto a vontade de viver a vida na sua plenitude, independente do tempo, da idade. Nosso papel como educadores é fundamental, pois poderemos propiciar e dinamizar projetos voltados à pedagogia com pessoas de diversos perfis de idades e com diversas experiências de vida. Com certeza todos tem a ganhar com esta troca.
Sistema de cotas nas Universidades públicas


Qual a sua opinião sobre esse sistema de cotas em Universidades públicas?
terça-feira, 1 de junho de 2010
Escolas Abertas
O Programa Escolas Abertas busca repensar a instituição escolar como espaço alternativo para o desenvolvimento de atividades de formação, cultura, esporte e lazer para os alunos da educação básica de escolas públicas e de suas comunidades, aos finais de semana.
1.Quando surgiu a ideia da Escola Aberta? Em Outubro/2005, pelo governo federal e proposto pela SMED, houve interesse pela escola e foi feita uma adesão de seis meses. Hoje faz cinco anos de implantação do Programa Escola Aberta na Escola Municipal Alberto Pasqualini, no bairro Restinga.
2.Qual o objetivo do Programa? Qualidade de vida (ginástica, música violão, teclado, hip hop), redução de violência, geração de renda (cabeleireiro, oficinas com material EVA, tricô, etc.), Educação (reforço escolar).
3.Quem são os responsáveis pelas atividades? O coordenador escolar e o professor voluntário.
4.Como a Escola Aberta contribui para cidadania dos alunos? Os seus eixos temáticos norteadores, como qualidade de vida, reforço escolar, geração de renda
5.Um dilema para as escolas que entram neste Programa: A escola é aberta, mas é organizada!
quarta-feira, 26 de maio de 2010
CONVIVENDO E APRENDENDO COM BEBÊS
O MUNDO ATRAVÉS
QUEM TEM MEDO DO LOBO MAU?
As diferentes experiências, atividades e projetos na Classe Bebê surgem a partir dessa escuta e desse olhar atentos, recheados de afetividade e embasados pela teoria que buscamos ter, com vistas a dar significado às manifestações dos bebês e aos seus desejos de comunicação e intensa exploração do mundo ao seu redor. Os temas dos projetos nascem da leitura que realizamos de cada grupo e de cada criança em suas múltiplas linguagens. É preciso ouvir e ser empático, estando atento às formas de expressão dos bebês, às evolutivas estratégias cognitivas e interacionais que utilizam em seu processo de desenvolvimento e aprendizagem.
Foi assim que, durante o projeto Lendo o mundo através das sensações, o espaço físico foi sendo modificado quando construímos com os bebês a Casa das Sensações, composta por diferentes materiais (botões, retalhos de carpete, grama sintética, tecidos, plástico, papéis variados, plumas, botões, conchas, etc.). No Varal dos Cheiros e Sons, os bebês manipulavam guizos, chaves, colheres de pau, miçangas e experimentavam os cheiros dos saches de tule com cravo, canela, macela, perfume e talco infantil. 0 Tapete das Sensações, com diversas texturas, formas e sons, foi especialmente apreciado pelos bebês que exploravam papéis de ovos de
Páscoa que chamavam sua atenção pelas cores e pelo som que produziam. Assim, além de proporcionar experiências sensoriais, perceptivas e motoras, brincamos com eles de esconder, fizemos "chuvinha" e marchamos em cima, revelando a indissociabilidade entre aspectos sensoriais, motores, simbólicos e a
fetivos.
Outro projeto, entre os vários que construímos em parceria com as crianças da Classe Bebê, foi Quem tem medo de lobo mau?, o qual surgiu do fascínio evidenciado pelos bebês pela figura do lobo depois que contamos a história de Chapeuzinho Vermelho utilizando fantoches. Esses personagens estavam sempre presentes em nossas tardes através das músicas, das histórias e, principalmente, do imaginário de nossas crianças que "fugiam do lobo", escondendo-se em diferentes locais da sala.
Para enriquecer esse jogo simbólico, criamos um espaço na sala com a floresta do lobo e a casa da vovó. Esse ambiente, construído com o auxílio de todo o grupo e suas famílias, passou a ser o espaço mais utilizado pelos bebês em nossas tardes. É interessante salientar que, antes disso, este era um espaço utilizado para atividades motoras, com escorregar, saltar, escalar, correr, subir, descer e pular, pois se constitui num mezanino com escorregador, rampa e toquinha.
Durante esse projeto, confeccionamos a vovó com meia-calça, lã e tecido, dando concretude ao personagem. A vovó passeava com as crianças pela sala, pela “floresta”, mas “morava” na casinha que fizemos com tijolos confeccionados a partir de caixas de leite e pintados pelas crianças. Nossa vovó ganhou uma cadeira de balanço, um armário e uma cama bem quentinha – cenário rico em possibilidades simbólicas e reprodução interpretativa pelas crianças, que não se cansavam de se esconder dentro do armário, fugindo do lobo.
Por fim, construímos a Chapeuzinho Vermelho, que passeou pela casa das crianças, trazendo em sua cestinha lanches deliciosos, feitos pelas famílias. A vovó também fez suas visitas para serem compartilhadas com todo o grupo, que se constituíam nas temáticas preferidas das crianças, ampliando nosso repertório para os momentos de contação de histórias.
Através dessa parceria entre escola e família, acreditamos que é possível desenvolver abordagens significativas de crescimento para os bebês, contextualizando nosso olhar e nossas práticas com suas experiências de vida e com a riqueza de seu potencial. Convivendo e aprendendo com as crianças da Classe Bebê, tentamos construir uma proposta educacional coerente com uma imagem rica desse pequeno ser humano que tanto nos ensina a ser gente grande.
Anete Esteves Sant’Anna, Hildair Garcia Camera e Márcia Elisa Valiati
domingo, 23 de maio de 2010
REDES SOCIAIS

Redes Sociais
Wikipédia - acesso em 23/05/2010, 13h25min
terça-feira, 18 de maio de 2010
Educação e Tecnologia: uma aliança necessária

Entretanto, apesar de muitas escolas possuírem estas tecnologias, as mesmas não são utilizadas como deveriam, ficando muitas vezes trancadas em salas isoladas e longe do manuseio de alunos e professores. Existem, segundo estudos recentes, professores e escolas que não conseguem interligar estes instrumentos às atividades regulares.
De acordo com o pedagogo Arnaud Soares de Lima Júnior, “o acesso às redes digitais de comunicação e informação é importante para o funcionamento e o desenvolvimento de qualquer instituição social, especialmente para a educação que lida diretamente com a formação humana”.
No entanto, ele ressalta que os modos de viver e de pensar a organização da vida estão em crise. Está em curso uma mudança qualitativa em virtude da rápida transmissão de informações entre as sociedades, rompendo com isso as barreiras geográficas dos países.
“Por isso, cabe à educação uma parcela de responsabilidade tanto na compreensão crítica do(s) significado(s) desta transformação, quanto na formação dos indivíduos e grupos sociais. Estes devem assumir com responsabilidade a condução social de tal virada, provocada, entre outros fatores, pela revolução nas dinâmicas sociais de comunicação e de processamento de informação”, analisa Arnaud.
Modernização - Neste cenário, a importância da reforma dos sistemas educativos é apontada pelas organizações internacionais como uma prioridade na preparação dos cidadãos para essa sociedade pós-moderna.
Não é à toa que a introdução das novas tecnologias digitais na educação apresentou mudanças para a dinâmica social, cultural e tecnológica. Modelos pedagógicos foram quebrados, tornando-se desatualizados frente aos novos meios de armazenamento e difusão da informação. Neste momento mudam também os conteúdos, os valores, as competências, as performances e as habilidades tidas socialmente como fundamentais para a formação humana.
Apesar de tentar responder a estas questões imediatas, muitos educadores salientam que a inserção, no contexto educacional, destas tecnologias ainda é encarada como uma articulação problemática.
“Esta parceria entre educação e tecnologia é muito difícil de ser efetivada. No que se refere às tecnologias digitais, principalmente, os professores têm dificuldades de interação. Eles já até admitem utilizar o computador e a internet para preparar as suas aulas, mas não conseguem ainda utilizar as mesmas nas suas atividades em sala de aula, como instrumento pedagógico”, observa a pedagoga Lynn Alves.
Para Lynn, o uso da tecnologia não deve se restringir a mera utilização ilustrativa ou instrumental da tecnologia na sala de aula. Exemplo disso, segundo a pedagoga são as aulas de informática de colégios particulares e públicos, que assumem apenas o papel de ensinar o uso dos programas.
“O jovem já sabe disso, ninguém precisa ensiná-lo. Por este motivo, estas aulas acabam se tornando um espaço de “desprazer”, porque os estudantes querem utilizar a tecnologia para criar, re-significar, construir e intercambiar saberes. Infelizmente, este potencial todo a escola ainda despreza”, frisa Lynn.
Internet e Educação
“A Internet é muito mais que um mero instrumento. Além de um dispositivo, ela representa um modo diferente de efetivar a comunicação e o processamento social da informação”. Esta observação é feita por Arnaud Soares Júnior, professor do mestrado em educação e tecnologia da Universidade Estadual da Bahia e autor do livro “Tecnologias Inteligentes e Educação: currículo hipertextual”.
De acordo com o educador, neste panorama de efetiva transformação, o uso da Internet não representa grande desafio para que os professores aprendam a sua utilização, porque suas funções mais sofisticadas são acionadas até mesmo por intuição. Isso por causa da expressão “interface amigável”, que viabiliza o manuseio rápido e fácil.
“Para acessar a Internet não se requer nenhum grau mais elevado de operação mental. Mas, discriminar suas características tecnológicas, sua lógica de funcionamento, e sua natureza comunicativa e informacional, de modo crítico, criativo e politicamente engajado, requer um processo de formação mais abrangente e conseqüente. Tal não poderá ser feito, por exemplo, pelos cursos relâmpagos de informática, nem pelos treinamentos em informática básica”, analisa o professor.
Já no que diz respeito a utilizar a internet como meio para atrair a atenção dos estudantes, Arnaud salienta que não basta prender a atenção dos estudantes com a tecnologia, porque isto já acontece naturalmente, em virtude das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) exercerem fascínio nas novas gerações.
“A questão mais importante é como garantir uma educação de qualidade com a utilização das TICs e como definir sua utilização mais pertinente em cada contexto de formação. Para tanto devem ser consideradas as condições e as necessidades inerentes a cada contexto, além das novas tensões sociais que aí se refletem em função do crescente processo de globalização”, explica Arnaud Soares.
Para finalizar, o pedagogo menciona que diferente do que muitas pessoas acreditam, a Internet não é só uma rede meramente técnica e digital. “A Internet dever vista pelos educadores como uma rede de comunicação, de cultura, de socialização e sociabilidade. Ela está relacionada aos interesses políticos e mercadológicos, além de sua dinâmica estar submetida aos efeitos dos desejos e de representações sociais”, conclui Arnaud.
Disponível em: http://www.overmundo.com.br/overblog/educacao-e-tecnologia-uma-alianca-necessaria
TV e fuso horário

Uma matéria do Daniel Castro na Folha de 13/02/2007 diz que as novas regras de classificação indicativa da programação de TV foram publicadas ontem no Diário Oficial da União.
Há muita discussão a respeito dessa nova portaria: alguns acreditam que se trata de censura, outros não. Mas, hoje, quero comentar apenas um detalhe dessa questão: a que trata da obrigatoriedade do respeito aos fusos horários do país.
Acreditem: as TVs são contra essa medida. Por quê? Ora, porque, para as emissoras, isso dá muito trabalho, gasto e, provavelmente, prejuízo. Para entender melhor a situação, vamos a um exemplo: uma afiliada de qualquer uma das emissoras que está localizada num estado que não segue o mesmo fuso de Brasília precisará gravar a programação para exibi-la depois, no horário local adequado. Mas que coisa, não?
Atualmente, o horário que vale para a exibição da programação é o de Brasília. Assim - como exemplifica Daniel Castro na matéria citada - a Globo exibe, no Acre, a novela das oito às 18h locais no período em que vigora o horário de verão. Não é um absurdo essa discussão? O horário considerado livre vai até 20h o que, vamos reconhecer, é bem sensato. Qualquer criança está acordada e assiste à programação nesse horário. Pois sem o respeito ao fuso, a criançada de alguns estados fica totalmente exposta à programação considerada inadequada para o horário em pleno final da tarde! E o que determina que um programa seja livre ou impróprio para menores de 12, 14, 16 anos? O grau de sexo e violência apresentados, claro.
Essa posição das emissoras de TV me causa enjôo por serem hipócritas. Em nome da luta pela “proteção da criança” e da sociedade exploram a discussão a respeito da maioridade penal quando ocorre um crime bárbaro - como o que matou um garoto de seis anos em que estaria envolvido um adolescente - e, ao mesmo tempo, não querem proteger as crianças de alguns estados de uma programação inadequada para elas. Algumas contradições são insuportáveis, não são?
Texto sugerido por Maria de Nazareth (docente do Ritter dos Reis)
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Pesquisa: Redes Sociais e Escola
quinta-feira, 29 de abril de 2010
A Importância da Literatura
(disponível em: Cultura de Travesseiro)
“A literatura pode formar; mas não segundo a pedagogia oficial. [...], ela age com o impacto indiscriminado da própria vida e educa com ela. Dado que a literatura ensina na medida em que atua com toda a sua gama, é artificial querer que ela funcione como os manuais de virtude e boa conduta. E a sociedade não pode senão escolher o que em cada momento lhe parece adaptado aos seus fins, pois mesmo as obras consideradas indispensáveis para a formação do moço trazem freqüentemente aquilo que as convenções desejariam banir [...]. É um dos meios por que o jovem entra em contato com realidades que se tenciona escamotear-lhe.”
Saiba mais:
http://revistaepoca.glob.com/
http://ilhas.blogspot.com/
http://recantodasletras.uol.com.br/


